Veja como votou seu deputado no engavetamento do processo de impeachment de Yeda na Assembleia
Veja como votou seu deputado no processo engavetamento do processo de impeachment de Yeda na Assembleia Legislativa. Guardem para o ano que vem. Notem que o PDT teve duas dissidências Giovani Cherini e Kalil Sehbe, pró Yeda é claro.
A energia elétrica está para nossa nós, assim como o fogo estava para os homens que viviam nas cavernas. Imaginem para quem está acostumado a chegar em casa e não poder ligar uma simples lâmpada, uma geladeira, uma TV, um rádio. Pois essa realidade ainda estava distante de milhões de trabalhadores nas áreas rurais de nosso imenso Brasil. O vídeo abaixo é do Programa Luz para Todos do governo Lula. Esse é o maior programa de inclusão elétrica que o Brasil já fez e tem a meta de fazer chegar energia elétrica para mais de 10 milhões de pessoas.
O material foi rodado no municipio de Erval Grande, perto de Erechim, no noroeste gaúcho. O vídeo tem 7 minutos e conta a história da família de Itacir Ramon, que em pleno século XXI dependia de velas e lampiões para iluminar sua residência. Não vamos nem falar da geladeira e de outras coisas cotidianas que usamos na cidade grande, como o simples ato de conservar um alimento ou um medicamento. Este era o caso da agricultora Maria de Lourdes Pinheiro de Oliveira, 59 anos, da localidade de Cerro da Gaudência, em Piratini. Ela recorria a um método pré-histórico de refrigeração para manter os medicamentos do tratamento do diabetes, transformando uma cacimba em geladeira. Ontem, ao ouvir o discurso de Lula, avisando a oposição de que vai inaugurar muitas obras, lembrei desse programa, que somente no Rio Grande do Sul já tirou da escuridão 2,2 milhões de gaúchos. São nesses mega-projetos de inclusão social que residem o grande pavor da direitona Brasileira e de seus aliados.
O cantor e compositor Pedro Munhoz denuncia que já sofreu duas tentativas de prisão por parte da Brigada Militar, uma em Alvorada e a outra em Porto Alegre, durante o ato-show Fora Yeda!, realizado dia 4 de outubro, no Parque Marinha do Brasil. Munhoz relata:
“Depois de ter recitado novamente o poema, “Quando Matam Um Sem Terra”, houve a tentativa de me prender. Como ocorrera em Alvorada, na sexta-feira. Uma vez mais tive que sair às pressas. Sou um trovador, um narrador de tudo aquilo que acontece no tempo histórico que estou inserido. Nada temo. Cumpro a minha função de trovador, munido apenas de palavras e canções. Sou um solitário cantador. É a nossa função”.
E acrescenta: “Não atiro pelas costas. Canto de frente”.
Natural de Barra do Ribeiro, Munhoz gravou seu primeiro CD em 1998 (“Pedro Munhoz Encantoria) e já atuou no Uruguai, Canadá, Cuba, França, Chile e Itália, entre outros países.
Desempenho função de presidir o Conselho Escolar da Escola Estadual de Ensino Fundamental David Canabarro, no Jd Leopoldina, a função de presidir o Conselho Escolar. Uma das atribuições do CE, que é composto pelos quatro segmentos (pais, alunos, professores e funcionários) é o de fiscalizar os atos da direção, principalmente no que tange à prestação de contas.
Esta atividade me consome pelo menos as manhãs de segunda a sábado, pois fico na Escola, não só auxiliando no que for preciso, mas também pensando e buscando novas parcerias para o benefício de toda a comunidade escolar.
Com a chegada das eleições, o que tenho visto é uma coisa absurda.
Primeiro: Qualquer professor pode se candidatar. Não importando se ele é assíduo ou não, se foi condenado em processo administrativo por desvio de verba da escola ou outra coisa do gênero. O fato principal, qualquer um pode concorrer para dirigir uma escola.
Em nossa escola não é diferente, uma das candidatas entrou com processo contra o Estado para não recuperar as aulas que não ministrou. Absurdo.
A campanha por parte desta candidata e seus aliados, (alguns professores que também não gostam de dar aulas todos os dias) estão com uma linha rebaixada.
Utilizam o horário de aula para "fazer" a cabeça dos alunos. Isso é contra a lei.
A Comissão Eleitoral, digamos assim, tem lado bem definido. E isso está nítido, basta analisar as falas e os posicionamentos.
Não querem o debate, estão fugindo.
Se utilizam de mentiras, de falsas acusações.
Desprezam a participação dos pais na vida da Escola.
Eles, que até algumas semanas atrás, nem olhavam para os alunos, hoje beijam, distribuem balas, fazem festinhas em sala de aula.
Prometem a construção de ginásio, piscina entre outras coisas para os alunos.
Só não dizem que para isso é necessário verba da secretaria, o que não existe.
Iludem as pobres crianças.
Isso é um escândalo, pois quem deveria dar o exemplo, quem deveria mostrar o caminho correto da cidadania, está deformando toda uma geração de novos brasileiros, que um dia irão escolher seus representantes governamentais.
Um dia depois de ter sua quadra destruída pelo temporal, a Imperatriz Dona Leopoldina dá início à reconstrução. E a tarefá não será fácil, nem custará pouco. Na manhã dessa terça, o presidente Maurício Santos voltou ao local e deu início ao mutirão para reerguer a sede da escola.
Ontem, os escombros da cobertura impediam o acesso ao paiol. Hoje, com a remoção dos entulhos, foi possível chegar ao local. Lá, outras surpresas desagradáveis. Além das telhas do paiol terem sido arrancadas pelo vento, o teto da cozinha comunitária desabou.
Mas a Imperatriz pretende ensaiar na sua quadra em breve. Mesmo quando as obras já estiverem sido iniciadas, a escola vai promover suas atividades normalmente, interditando apenas a área que estiver sendo reformada.
Mas para isso, vai precisar de apoio. E ele já está chegando, pelas mãos dos dirigentes de outras escolas de samba do Grupo Especial. O Império da Zona Norte já disponibilizou dois operários das obras de sua quadra para trabalhar na reconstrução da sede da Imperatriz.
Escola abriu conta para doações
Não serão poucos os recursos necessários para reerguer a quadra da Imperatriz. Apenas a limpeza da área custará R$ 2 mil, com contratação de pessoal e aluguel de retroescavadeira. A estimativa inicial para uma nova cobertura é de pelo menos R$ 48 mil.
Uma vistoria será realizada e serão orçados os valores para reformas dos banheiros externos e dos muros laterais, atingidos pelos pilares do telhado que despencaram.
A diretoria da escola conta com a solidariedade dos seus torcedores e simpatizantes. Para isso, abriu uma conta bancária. Todas as doações serão registradas em um painel que será afixado junto ao palco.
Os dados da conta: Banco do Brasil agência: 0661 Agência Passo D'Areia C.C: 45.695-0 S.B.C.R Imperatriz Dona Leopoldina CNPJ: 87.964.714/0001-06
As doações devem ser feitas com identificação (nome completo e CPF) e podem ser de qualquer valor acima dos R$ 10.
Além do prefeito José Fogaça e de seu secretário Clóvis Magalhães terem inviabilizado o Projeto da Praça da Juventude no Rubem Berta, alegando mil e uma desculpas furadas e sem fundamento, agora o abandono é geral, ruas escuras, imundas, sem sinalização e a buraqueira no asfalto que ainda resta.
Abandono nos acessos do Conj Res. Rubem Berta (COHAB)
Abandono na Rua Sto. Silvio Delmar Hollembach (tem uma Escola perdida no meio destes buracos)
Abandono na Rua Carlos Estevão
Onde está o Prefeito? E seus secretários? Será que eles só visitam a zona norte pra pedir votos?
Isso é inadmissível e precisa de resposta enérgica de todas as nações que se julgam sérias!
A confissão de Micheletti
Clarín: ¿Fue la corrupción, la Constituyente o intentos de cambios sociales lo que llevó al golpe?
Micheletti: Lo sacamos a Zelaya por su izquierdismo y corrupción. El fue presidente, como liberal, como yo. Pero se hizo amigo de Daniel Ortega, Chávez, Correa, Evo Morales.
Clarín: Perdón...
Micheletti: Se fue a la izquierda, puso toda gente comunista, nos preocupó.
“Bira Vermelho” seria o verdadeiro dono da empresa Atento
Porto Alegre/RS - O ex-presidente do Detran Carlos Ubiratan dos Santos (PP), o “Bira Vermelho”, seria o verdadeiro dono da Atento, empresa que cobrava uma questionável dívida de R$ 16 milhões do Estado. A revelação foi feita pelo também ex-presidente da autarquia Sérgio Buchmann, que depôs na noite de hoje (5) na CPI da Corrupção. Segundo ele, a informação partiu do secretário adjunto da Administração, Genilton Macedo Ribeiro, que teria afirmado que “a Atento é do Bira Vermelho e quem está por trás dele (Bira) é José Otávio Germano”. Ambos são apontados como integrantes da quadrilha que desviou mais de R$ 44 milhões do Detran.
A delegada Estella Máris Simon, que depôs durante a tarde, admitiu que também “ouviu falar” que Santos seria o proprietário da empresa prestadora de serviços de guincho e de depósito de veículos.
Buchmann disse, ainda que recebeu ordem do ex-secretário da Transparência Carlos Otaviano Brenner de Moraes para renegociar a dívida cobrada pela Atento. Mas, segundo o ex-presidente do Detran, isso não seria mais possível, pois “a relação jurídica entre o Estado e a empresa já estava extinta”. Ele admitiu, ainda, que recebeu um prazo da governadora para resolver o problema do débito. “Sempre defendi que não fosse efetuado nenhum pagamento não previsto pela legislação própria dos Detrans. Seria uma leviandade”, frisou.
Partilha da propina
O depoente reafirmou aos deputados o teor do depoimento que prestou à Polícia Federal e ao Ministério Público Federal em agosto. Ele relatou uma conversa que manteve com o secretário adjunto e diretor geral da Administração e dos Recursos Humanos, Genilton Macedo Ribeiro. Segundo o ex-presidente do Detran, Ribeiro ordenou que ele (Buchmann) “calasse a boca” e não falasse mais com a imprensa sobre problemas do Departamento de Trânsito. O secretário teria afirmado, ainda, que a governadora Yeda Crusius estava sendo chantageada pelo ex-marido Carlos Crusius, por Flávio Vaz Netto, também ex-presidente do Detran, e pelo empresário Lair Ferst.
Conforme Buchmann, o secretário adjunto teria, ainda, fornecido detalhes sobre a divisão dos dividendos da fraude no Detran. Ribeiro teria dito que 24% do movimento financeiro gerado pela terceirização dos serviços da autarquia, via fundações, seria dividido entre Ferst, que receberia 12%, e os demais participantes do esquema, que ficariam com percentual idêntico. Após a troca das fundações no começo do governo Yeda, Carlos Crusius teria alterado a partilha, ficando junto com a governadora com 11%, e reservando apenas 1% para Ferst.
A presidenta da CPI, Stela Farias (PT), disse que o conteúdo do depoimento de Buchmann aparece em outras conversas interceptadas pela Polícia Federal. Citou ligações telefônicas em que pessoas ligadas à fraude do Detran comentam a divisão da propina, como o empresário Lair Ferst, o ex-presidente do Detran Flávio Vaz Neto e o ex-representante do Rio Grande do Sul em Brasília Marcelo Cavalcante, morto no início do ano em circunstâncias não explicadas.
Na avaliação da presidenta da comissão de inquérito, as duas oitivas realizadas hoje revelam que tanto Estella Máris Simon quanto Buchmann foram forçados a sair da direção do Detran porque não quiseram pagar a Atento. Buchmann revelou, inclusive, que, no dia de sua posse na autarquia, Estella alertou que “ele (Buchmann) teria vindo para pagar o débito alegado pela empresa”.
Cilada
O depoente narrou aos deputados a visita feita pelo chefe de gabinete da governadora Yeda Crusius, Ricardo Lied, um dia depois que ele (Buchmann) publicou uma portaria descredenciando a Atento. O pretexto da visita seria para avisar o ex-presidente do Detran que seu filho seria preso por tráfico de drogas. Lied sugeriu que Buchmann ligasse ao seu filho pedindo que ele franqueasse a entrada dos policiais em sua residência.
O depoente classificou o episódio de cilada e atribuiu o fato, entre outras coisas, à iniciativa da direção do Detran de instituir um pátio público na Secretaria de Segurança para abrigar veículos apreendidos. Segundo Buchmann, depois da área ter sido terraplanada, o secretário de Segurança, Edson de Oliveira Goularte, indeferiu o uso do pátio. A ordem não foi cumprida pelo ex-presidente do Detran. “Uma série de fatos inexplicáveis antecederam a visita. A questão do pátio foi uma delas.”
Desqualificação
Sobre as tentativas da base governista de desqualificar a testemunha, o deputado Daniel Bordignon (PT) argumentou que Buchmann tem 34 anos de serviços prestados ao Estado, não respondeu a nenhum processo administrativo e ocupou funções importantes em, praticamente, todos os governos. “Seria razoável tentar desqualificar o depoente se ele tivesse obtido algum tipo de vantagem com as revelações que fez. Mas o que aconteceu foi justamente o contrário”, frisou o parlamentar. .
Questionado pelo petista, o depoente afirmou que não se sente ameaçado, “mas que não quer que se repita com ele e com familiares o que aconteceu com seu filho. Me preocupo, mas procuro não pensar senão vou deixar de viver”, revelou. (Por Olga Arnt, do sítio PTSul)
O Comitê Estadual Fora Yeda realiza hoje (29), às 18 horas, no anfiteatro Dante Barone, na Assembléia Legislativa, uma plenária geral que deve reunir cerca de 400 pessoas. Na ocasião, será lançada mais uma campanha para incentivar o debate sobre a responsabilidade da governadora Yeda Crusius nas denúncias de corrupção no Estado.
No domingo (4), a partir das 15 horas, ocorrerá o Ato Show pelo Fora Yeda, em frente ao shopping Praia de Belas. Presenças confirmadas: Nei Lisboa, Leonardo, Sombrero Luminoso, Família Sarará, Nelson Coelho de Castro, Pedro Munhoz, Nancy Araújo, Eduardo Solari, Lolipop, Mariposa e Bandinha de Dá Dó.