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DENÚNCIA
Camelódromo de Porto Alegre de uma idéia interessante a um gerador de conflitos
O Centro Popular de Compras de Porto Alegre (CPC), em vez de solucionar a disponibilização de ambulantes no centro da Capital, está gerando conflitos. O presidente da Comissão de Defesa do Consumidor Direitos Humanos e Segurança Urbana (Cedecondh) vereador Guilherme Barbosa (PT) recebeu, em menos de uma semana, duas denúncias de grupos diferentes descontentes com os rumos do camelódromo. O grupo formado por comerciantes do entorno do empreendimento está se sentindo prejudicado pelo cercamento do CPC feito pela Secretaria Municipal da Indústria e Comércio (Smic). “A cerca impede o acesso dos usuários do transporte coletivo – que são os clientes potenciais - a esses estabelecimentos comerciais que se encontram no local há 20 anos. Isso levará esses ambulantes à falência”, destaca Guilherme Barbosa.
A outra denúncia foi feita pelo grupo dos ambulantes da Rua da Praia. O grupo não concorda com o critério adotado para a ocupação dos boxes locados do camelódromo. Os ambulantes queriam a definição dos espaços através de sorteio e a Smic optou por Antigüidade, sem estabelecer critérios. “Não ficou definido se o critério é a antigüidade das feiras ou dos camelôs”, aponta o vereador.
Além desses problemas, a obra do CPC foi novamente embargada pela Delegacia Regional do Trabalho (DRT/RS), por falta de segurança do trabalho. O empreendimento já havia sido embargado duas vezes anteriormente, uma pelo mesmo motivo e outra por falta de licença de instalação pela Secretaria Municipal do Meio Ambiente (Smam).
“Devido a todas essas confusões, causada por uma pressa desenfreada e sem justificativa, começo a desconfiar que o empreendimento não passa de uma iniciativa meramente eleitoreira, pois estão fazendo de tudo para que a obra seja inaugurada antes de cinco de outubro, dia do primeiro turno das eleições”, assinala Guilherme Barbosa. . Gabinete: vereador Guilherme Barbosa
Nilza Scotti – assessora de imprensa - MTB: 5624
Fone: 3226.3402 / 9965.0965
Escrito por Rodney Torres às 00h15
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Maria do Rosário apresentou a Lula o programa de governo da Frente Popular
O presidente Lula tem candidata em Porto Alegre: é Maria do Rosário. A petista conversou reservadamente com Lula, no início da noite desta terça-feira, antes de ele embarcar para Brasília. “Estou na torcida!”, confidenciou o presidente, que recebeu panfleto com as propostas da Frente Popular. Lula disse estar otimista e que confia na vitória de Maria do Rosário em Porto Alegre, pela trajetória do partido e pela capacidade da petista. Os dois conversaram por cerca de meia hora, antes de retornar à Capital Federal. O presidente veio ao Estado para participar, em Gramado, do 18º Congresso Brasileiro de Contabilidade. Em discurso bem-humorado, Lula afirmou que as mulheres estão com a “bola toda” no Brasil.
Ele disse ainda que quer ver mais mulheres ocupando cargos públicos. “Eu espero que outras mulheres e mais outras comecem a ocupar cada vez mais cargos públicos e cada vez mais importância na administração das empresas, porque assim a gente vai de uma vez por todas diminuir o preconceito de gênero que existe no Brasil”, completou.
Ao se despedir de Lula, Maria Rosário disse que vai convidar a primeira-dama Marisa Letícia para reforçar a sua campanha em Porto Alegre. Já vieram ao Estado apoiar a candidatura de Maria do Rosário, os ministros Tarso Genro (Justiça), Dilma Rousseff (Casa Civil), Nilcéa Freira (Políticas para Mulheres) e Marina Silva (ex-Meio Ambiente).
No próximo domingo, será a vez do ministro da Educação, Fernando Haddad. Ele participa de caminhada na Usina do Gasômetro, às 15h, e do lançamento do programa de governo da Frente Popular para a Educação.
pescado do http://www.mariadorosarioprefeita.com.br
Escrito por Rodney Torres às 17h46
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FHC fala com empresários gaúchos
A semana começa bem humorada. A revista Voto, uma publicação de direita sobre política e negócios (assuntos indissociáveis para a direita) está fazendo quatro anos. Para comemorar, a publicação convidou quatro ex-presidentes para falar aos empresários. O tema "Brasil: O que fazer? Os ex-presidentes respondem. No final desta segunda-feira, Fernando Henrique Cardoso vai responder sobre o que ele não fez em oito anos de mandato.
Claro que os ingressos já estão esgotados. O que não falta nessas horas é uma claque de empresários para aplaudir. O que o intelectual arrependido FHC falará? Certamente vai defender as privatizações de seu governo. Ou sua incrível subserviência às ordens de Washington, que quase levaram o Brasil a se tornar uma sucursal na América Latina do despotismo imperialista estadunidense.
Que Brasil os empresários brasileiros querem? Nem precisa o Farol de Alexandria responder. Os empresários querem um país onde eles não precisam pagar impostos, cumprir legislação trabalhista e de quebra um Estado onipresente para garantir a infra-estrutura de energia elétrica, saneamento e rede lógica, que é tudo que as empresas não investem quando querem se instalar, mas cobram do poder público.
Aliás, faminta por alguma agenda positiva, a governadora Yeda Crusius (PRBS-PSDB) mandou chamar FHC até o Palácio Piratini, de onde fugiu para se encastelar bem longe da população que a detesta (53% acha ruim ou péssima segundo última pesquisa do Ibope).
Crusius vai entregar a Ordem do Ponche Verde ao seu companheiro de partido. A distinção é oferecida a personalidades nacionais ou estrangeiras por gratidão e reconhecimento da comunidade gaúcha.
A comenda deve ser pelo tratamento dado ao Rio Grande do Sul durante seu duplo mandato, cujo momento alto foi aprovar subsídios para garantir a instalação da multinacional estadunidense Ford na Bahia, estado de seu aliado mais honesto, Antônio Carlos Magalhães (PFL).

Naquela época, parlamentares e secretários de governo avançavam à madrugada para concluir projetos de captação de recursos com o Governo Federal, que eram na maior parte acorrentados a grossos contrapesos burocráticos que garantiam sua permanência bem no fundo das gavetas.
O Brasil mudou. O Rio Grande do Sul também. Agora o Governo Federal e as estatais federais estão com as gavetas cheias de dinheiro esperando projetos das lideranças gaúchas. Mas o problema é outro. Submerso em crise políticas e denúncias de corrupção, o Rio Grande do Sul está desgovernado. Em menos de um ano, investigações policiais demonstraram o envolvimento da chefe do Executivo, do presidente do Tribunal de Contas e do presidente da Assembléia Legislativa.E ninguém para escrever projetos para atrair investimentos ou verbas federais.
Sem desespero, se Fernando Henrique não souber responder, certamente os outros três ex-presidentes: o oligarca José Sarney (PMDB), o corrupto Fernando Collor de Mello (PTB) ou o bon vivant, Itamar Franco (PMDB) devem trazer a resposta. Aquela que eles não tiveram tempo de aplicar.
No mais tem que dar os parabéns à Revista Voto pelo coroamento de 4 anos de existência com esse plantel de convidados. É saudável uma publicação que assume sua matiz ideológica e ainda por cima, expõe suas principais referências políticas. Deixa tudo muito esclarecido.
Do blog CELEUMA
foto:agência brasil
Escrito por Rodney Torres às 17h26
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Século XIX na Expointer 2008

 Notícias e não-notícias
Hoje, o jornal Correio do Povo deu um banho de realidade em Zero Hora. Enquanto o diário da RBS dá como manchete uma constatação anódina sobre o esquecimento dos eleitores (uma não-notícia), o diário da Igreja Universal (IURD) estampa uma notícia de verdade, sobre investimentos concretos do governo federal na Metade Sul.
Além disso, o CP informa na capa sobre as relações trabalhistas de século 19 encontradas pelo Ministério Público do Trabalho no Parque de Exposições de Esteio, sede anual da Expointer, a grande feira do agronegócio do Sul.
O MP notificou o Governo do Estado e pelo menos três cabanhas, somente ontem. A Superintendência Regional do Trabalho, Emprego e Renda (SRTE) e o Ministério Público do Trabalho (MPT) detectaram irregularidades nas relações trabalhistas e as péssimas condições dos empregados dos fazendeiros-expositores, como alojamentos que não existem, problemas de higiene (peões fazendo refeições junto aos animais), insalubridade e periculosidade (os touros são animais violentos).
Suspeita-se também de jornadas excessivas de trabalho, já que os animais exigem permanente vigília dos seus tratadores. Depoimentos dos próprios cabanheiros (criadores de animais de raça) informam que contratam um peão por animal, sendo que este animal precisa de cuidados nas 24 horas do dia, portanto, paira a desconfiança de que os empregados rurais têm jornadas em excesso, bem além da jornada legal de oito horas, acrescida das duas horas-extras remuneradas. Assim, ficam faltando 14 horas de trabalho que não estariam sendo remuneradas pelos fazendeiros-empregadores, e que a fiscalização e auditagem do MPT e da SRTE irá constatar no decorrer da feira deste ano.
A Farsul (federação sindical do patronato rural do Estado) não se manifestou oficialmente sobre o caso. No limite, a Superintendência Regional do Trabalho, Emprego e Renda pode interditar o parque estadual de Esteio (área metropolitana de Porto Alegre).
Do DIÁRIO GAUCHE
Escrito por Rodney Torres às 17h17
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Sobre as últimas pesquisas...

Neste final de semana, três pesquisas provocaram uma confusão na cabeça do eleitor. Com resultados divergentes, as sondagens mais atrapalham do que ajudam na decisão do voto.
Na edição desta segunda-feira, o jornal O Sul destaca na capa a diferença nas avaliações dos institutos de pesquisa Ibope e Datafolha sobre quem estará no segundo turno. Ainda que Datafolha e Methodus dêem a vitória à Maria do Rosário no segudo turno, acreditamos mesmo é na mobilização e no corpo-a-corpo de nossa militância e apoiadores, porque o que ganha eleição não é pesquisa e sim voto na urna.
Erros sucessivos do Ibope nas últimas eleições Para o governo do Estado, em 2006, este mesmo instituto colocava Rigotto em primeiro lugar. Foram para o 2º turno Olívio e Yeda.
Em 2002, o Ibope colocou Rigotto com 15% de diferença sobre Tarso. No final, Rigotto venceu por cerca de 5%.
Em 1998 o Ibope errou de novo. O jornal Zero Hora deu de manchete, três dias antes da eleição, apontando vantagem de dez pontos para Antonio Britto sobre Olívio Dutra. O resultado todos conhecemos: Olívio governador!
O Ibope também não acertou na eleição de 1988, em Porto Alegre. Segundo o instituto, Britto liderou a campanha, com Olívio na quarta posição. O que as urnas mostraram? Olívio prefeito!
- Nada substitui o nosso voto na urna. Vamos para rua eleger Maria do Rosário prefeita de Porto Alegre!
* Pescado do sítio www.mariadorosarioprefeita.com.br/
Escrito por Rodney Torres às 17h07
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Manuela compara Berfran à José Alencar
A campanha da candidata Manuela D’Ávila (PCdoB) já definiu a estratégia para justificar a presença de Berfran Rosado (PPS), aliado político do ex-governador Antônio Brito e da governadora Yeda Crusius (PSDB), como vice na chapa à prefeitura de Porto Alegre. No programa de rádio apresentado nesta segunda-feira, Manuela comparou Berfran ao vice-presidente José Alencar. Assim como Lula e Alencar tiveram trajetórias distintas e depois se encontraram, o mesmo estaria acontecendo entra ela e Berfran, disse Manuela. Segundo a candidata, Berfran é um “excelente técnico e um deputado muito competente”. O site da campanha afirma que Berfran “tem uma história de trabalho por Porto Alegre e pelo Rio Grande do Sul”. Além disso, destaca que, quando foi presidente da Corsan (no governo Antônio Britto), “Berfran investiu na ampliação da rede de água tratada, com o entendimento de que água é saúde e vida”.
Do RS Urgente
Escrito por Rodney Torres às 16h57
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Aliados de Yeda escondem governadora na campanha eleitoral de Porto Alegre
Ao contrário do que ocorre em outros Estados, onde os governadores participam ativamente da campanha eleitoral, aqui em Porto Alegre nenhum dos partidos que participam do governo estadual parecer querer Yeda Crusius (PSDB) em sua campanha. Ostentando índices inéditos de rejeição (53% de ruim e péssimo, segundo pesquisa Ibope/ZH divulgada neste domingo), a governadora tornou-se um grande peso para seus aliados. Nos primeiros dias de campanha eleitoral no rádio e na tv, nem o candidato do PSDB, Nelson Marchezan Jr., destaca Yeda em seus programas. Os partidos que apóiam a candidatura de José Fogaça (PMDB, PDT, PTB) e integram o governo estadual também querem distância da governadora, apostando que a onda de denúncias e escândalos envolvendo o Palácio Piratini não será tema da campanha na capital gaúcha. Até aqui não foi.
Por Marco Weissheimer
E a Manuela? Tem o Berfran Rosado (PPS) como vice, que foi o braço direito do Britto, um dos seus amigos mais ilustres é o Busatto (o mesmo das gravações sobre o Detran, onde diz que é normal lotear cargos na administração para fazer caixa aos partidos), fazem parte do governo Fogaça e Yeda. Por que ela também esconde a governadora?
Escrito por Rodney Torres às 17h25
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E A BALTAZAR???
Vocês se lembram da inauguração que a tia Yeda fez em abril?
Com toda a pompa, jornais, rádios, TV's?
E agora estão todos os buracos abertos desde o triângulo e máquinas passando pra lá e pra cá.
Mas não tinha sido inaugurada? Já não estava pronto este trecho?
Isso foi mais uma enganação da Yeda, Fogaça, Busatto e toda a corja de canalhas que há neste governo.
Prestem bem atenção nos partidos que compõem esses governos:
Governo Fogaça (ex-PPS agora PMDB): PMDB, PPS, PDT, PTB, PSDB, PP, PR
Governo Yeda (PSDB): PSDB, PMDB, PPS, PP, DEM, PTB
Escrito por Rodney Torres às 18h34
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TRANSPORTE PÚBLICO
Agora Porto Alegre tem o sistema de transporte chamado TRI.
TRI lotado
TRI atrasado
TRI sujo
A demora é diária tando na ida para o trabalho como o retorno para a casa. Apenas para citar um exemplo, a linha R62 (Rápida Rubem Berta) sai sempre com 10 minutos de atraso entre as 7:00h e 8:30h. E para retornar ao bairro no fim da tarde... Chega a formar até 4 filas.
E AÍ, CONTINUOU O QUE ESTAVA BOM?
Escrito por Rodney Torres às 18h10
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Integrantes do Movimento Mídia Livre manifestam apoio à Frente Popular
Representantes de rádios comunitárias, blogueiros e artistas gráficos estiveram reunidos na tarde de ontem com a candidata da Frente Popular Maria do Rosário. Foi entregue uma carta salientando a importância da mídia alternativa no processo de democratização da comunicação, uma vez que, através dos variados meios de comunicação, circula informação de qualidade e credibilidade, caracterizada, principalmente, pela regionalidade de seus conteúdos. Os representantes da mídia alternativa também propõe, nessa carta, sugestões para uma política de comunicação à futura prefeita de Porto Alegre, que dê conta da participação direta da comunidade porto-alegrense na comunicação, crie uma política de fomento voltado à mídia alternativa e proponha a educação para a leitura crítica da mídia nas escolas municipais.
Estiveram presentes no Café Apllause, no Shopping Olaria (Cidade Baixa): Claudia Cardoso, Júlio Garcia, Josué Franco Lopes, Neltair Rebbés Abreu (Santiago), Luciano Kayser Vargas (Kayser), Silvio Nogueira, Rodrigo Oliveira, Gerson Júnior dos Santos Guterres e Renato Martinhos de Oliveira.
À seguir, a íntegra da Carta entregue à candidata a prefeita de Porto Alegre pela Frente Popular:
"Prezada companheira Maria do Rosário e
Prezado companheiro Marcelo Danéris:
Há muitos anos que os movimentos sociais se articulam para ações que visem à democratização das comunicações no Brasil. Para ficarmos mais próximos, nos anos 80, por ocasião da Constituinte, tal articulação fez surgir o Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação e, bem recente, a realização do I Fórum de Mídia Livre, ocorrido em 14 e 15 de junho de 2008 na Escola de Comunicação da UFRJ. As lutas pela legalização das rádios comunitárias e a preservação dos jornais de bairro (em Porto Alegre) também se inserem no conjunto de reações ao modelo comercial de radiodifusão e jornalismo impresso privilegiado por anos a fios nos variados governos federais pós-anos 30.
Tal privilégio criou uma distorção no acesso às concessões públicas de rádio e televisão e no tamanho das empresas de comunicação neste país. Assim, 9 famílias concentram tudo o que se ouve, lê e vê em matéria de informação e entretenimento. Formaram-se grandes monopólios de comunicação em nível nacional e regional, a ponto de uma mesma empresa deter concessão de rádio e TV, possuir jornal e revista, portal de Internet, editora, gravadora, entre outros tipos de empreendimentos, tudo á margem da lei (Art. 220, CF 88). Junte-se a isso, a enorme quantidade de mandatos legislativos que detêm concessão pública de rádio e TV, circunstância proibida por lei e também solenemente ignorada pelo Executivo, Legislativo e Judiciário.
Mas como sempre há brechas e contradições no sistema, as resistências ao modelo de comunicação privilegiado se faz presente nas mobilizações citadas acima. É quando parte da população compreende que aquilo que lhe é apresentado como pauta, programação e conteúdo não condiz com a realidade factual, muito menos com o que se espera da responsabilidade social das empresas de comunicação. E as iniciativas para dizer a sua palavra e manifestar o seu pensamento ganham formatos variados, de acordo com as possibilidades de cada grupo social ou indivíduo: nos atos públicos de denúncia dessa mídia monopolista, golpista e conservadora, como fizemos recentemente em várias capitais estaduais, inclusive aqui no RS, em Porto Alegre, frente à sede do Grupo RBS; seja através de jornais de bairro, zines, revistas, rádios comunitárias, rádio-web, páginas na Internet, blogues, boletins, etc. Neste quesito de criar a própria mídia, cabe destacar a importância da Internet, suas potencialidades de trabalho em rede e suas diversas ferramentas comunicacionais. Além disso, o custo cada vez mais baixo dos aparelhos eletro-eletrônicos e áudios-visuais expandiram o leque das formas de comunicação de tais grupos e/ou indivíduos.
Paradoxalmente, partidos, políticos e governantes das esferas municipal, estadual e federal, inclusive do nosso partido, constantemente prejudicados por esta mídia corporativa, reprodutora do pensamento único dominante, visceralmente ligada aos interesses do capital, não tomam (com raríssimas exceções) nenhuma iniciativa em relação a sequer pensar numa política de comunicação conseqüente que:
1) Crie mecanismos legais – Conferência Municipal de Comunicação, Conselho Municipal de Comunicação - para pôr fim ao oligopólio da comunicação, através de um novo marco regulatório debatido pelos movimentos sociais, governos e empresas de comunicação, bem como a exigência de conselhos de comunicação nas 3 esferas governamentais;
2) Aproprie-se dos meios de comunicação como forma de exercer uma comunicação cidadã, bem como crie políticas públicas de fomento à entrada de novos agentes, apostando na pluralidade de informação e programação, através dos diferentes meios e suportes comunicacionais;
3) Crie políticas públicas de educação para leitura crítica da mídia, se considerarmos que vivemos na Era da Informação – como bem apontam inúmeros acadêmicos nas áreas da comunicação e da política.
É nesse sentido que nós, integrantes do Movimento Mídia Livre, vimos trazer aos companheiros Maria do Rosário e Marcelo Danéris, candidatos da Frente Popular, que nos representarão (e que terão nosso apoio militante nas próximas eleições municipais e que, quiçá, estarão à frente do Poder Executivo Municipal nos próximos quatro anos, resgatando para a cidadania porto-alegrense a transparência, a inversão de prioridades e a democracia participativa efetiva) esta Carta contendo não só nosso apoio, como também nossas preocupações e demandas, no sentido que seja dada à devida prioridade a este assunto tão importante, estratégico e atual.
Entendemos que, numa administração progressista, democrática, solidária e resistente, como apostamos que será a nossa a partir do ano vindouro, que seguramente não será refém do pensamento único dominante, precisará compreender a dimensão política que é a comunicação, ainda mais no momento histórico em que vivemos. Deverá apoiar as iniciativas de comunicação, principalmente via Mídia Livre, que surgem voluntariamente dentro dos movimentos sociais como reação à mídia corporativa/capitalista e, ao mesmo tempo, abraçará as reivindicações acima citadas, já que existe o entendimento de que esta é a atual luta política da esquerda. Esta Mídia Livre que já ocupa papel destacado, principalmente através da rede de blogues de combate, na Internet, que tem denunciado sem tréguas a crise ética, a truculência e a corrupção escancarada que inscrustrou-se no governo estadual, que continua blindado pela mídia conservadora, mesmo quando ela tenta dissimular essa sustentação.
Por fim, reiteramos que sem comunicação, ou ao se permitir a perpetuação do modelo comercial de comunicação existente, não há o espaço para o contraditório, para jornalismo dedicado à sua real função de informar, para programação que respeite os direitos humanos, condições mínimas que permitem a formação de opinião pública cidadã.
Saudações!
Porto Alegre, 14 de agosto de 2008".
Assinam (por ordem alfabética):
Adeli Sell
Cláudia Cardoso
Eugênio de Faria Neves
Josué Franco Lopes
Júlio Garcia
Luciano Kayser Vargas (Kayser)
Marco Weissheimer
Marius Segundo
Neltair Rebbés Abreu (Santiago)
Pedrinho Guareschi
Rodney Jr.
* Aparecem na foto, da esquerda para a direita: Sylvio Nogueira, Cláudia Cardoso, Maria do Rosário, Júlio Garcia e Neltair Rebés Abreu (Santiago).
** Veja mais fotos no 'novo blog' http://jcsgarcia.blogspot.com/ (em fase experimental).
Escrito por Rodney Torres às 17h54
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Utilidade Pública: Revisão grátis para o vestibular 2009
Peço a todos que por aqui se aventuram, divulgar um evento de um projeto de educação popular que participo a oito anos como professor e coordenador. O projeto tem como objetivos, proporcionar aos alunos de baixa renda, oriundos de escolas públicas, uma real poprtunidade de concorrer, em igualdade de condições, ao Vestibular da UFRGS ao mesmo tempo que promove a formção do cidadão crítico, assim como dar oportunidade de prátia de ensino aos alunos de licenciatura da UFRGS. O corpo docente do Pré-Vestibular Popular é formado por pessoas engajadas e voluntárias que, além dos alunos de semestres finais da licenciatura da UFRGS, também estão mestres e doutores, que participam a mais tempo do projeto. Assim sendo. a Organização Não Governamental para a Educação Popular – ONGEP, promove uma Aula Grátis do Pré-Vestibular Popular, com revisão para o Vestibular 2009 da UFRGS. A aula será realizada na sede da ONGEP, na Rua dos Andradas. 691 sala 11, no dia 20 de agosto próximo, em dois turnos: na tarde, das 14 às 17 horas e na noite, das 19 às 22. As inscrições são limitadas e podem ser feitas pelo site: http://www.pvp.ongep.org/ , até o dia 20 de agosto.
fonte: DIALÓGICO
Escrito por Rodney Torres às 17h50
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COLORADO

Charge do Kayser
Escrito por Rodney Torres às 17h40
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As peripécias do Passat da governadora Yeda
 O Passat alemão 1998 que pertenceu à governadora Yeda Crusius (PSDB) já passou por várias mãos desde o final de 2006, inclusive por mãos criminosas. No dia 2 de dezembro de 2006, um sábado, o automóvel foi roubado por volta das 20 horas, na rua Casemiro de Abreu, em Porto Alegre. Quem estava na direção era Delson Martini, amigo de longa data de Yeda Crusius e futuro secretário-geral do governo tucano. Na época, Martini relatou à polícia que foi abordado por dois homens que levaram o veículo. Ele acionou a Brigada Militar e informou que o Passat pertencia à futura governadora. Policiais do 9° Batalhão da Polícia Militar, da 10ª Delegacia de Polícia e do Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic) saíram à procura do veículo ainda na noite de sábado, encontrando-o no domingo, por volta das 22 horas, no bairro Partenon. Na segunda-feira (4) pela manhã, Delson Martini foi à 10ª DP depor e buscar o carro. Na tarde de segunda-feira, 4 de dezembro, a assessoria de Yeda Crusius confirmou que o veículo já estava na garagem do prédio da governadora eleita. Todos esses dados foram divulgados pela imprensa em dezembro de 2006. Conforme a explicação oficial da governadora, o carro foi vendido para o próprio Delson Martini por R$ 32 mil e, posteriormente, repassado para uma outra pessoa não identificada. Em entrevista à rádio Gaúcha, no dia 14 de agosto de 2008, o advogado da governadora, Paulo Olimpio Gomes de Souza reafirmou que o dinheiro da venda do Passat para Martini foi usado integralmente para a compra da casa. Além disso, informou que a escritura de compra e venda foi assinada no dia 6 de dezembro de 2006, ocasião em que Yeda teria efetuado o pagamento de R$ 550 mil para Eduardo Laranja da Fonseca. Pagamento envolvendo cheque, segundo ele. Ou seja, no dia 5 de dezembro, a governadora já teria disponibilizado os recursos para a compra da casa. Considerando esses dados, na véspera do pagamento a Laranja, o Passat ainda pertencia à governadora. São os relatos do próprio Martini e da assessoria de Yeda, por ocasião do assalto e da recuperação do carro no dia 4 de dezembro que afirmam isso.
Na entrevista à rádio Gaúcha, Paulo Olimpio Gomes de Souza disse que a cadeia sucessória do Passat está à disposição no Detran, com as datas das transações e o nome das partes envolvidas. Levando em conta o depoimento de Martini à polícia em 4 de dezembro de 2006, neste dia o carro ainda pertencia à governadora Yeda Crusius. Menos de 24 horas depois, segundo a versão oficial, o automóvel já teria sido comprado pelo próprio Martini para ajudar no pagamento da casa. E, pouco tempo depois, foi repassado para outra pessoa, cuja identidade não é conhecida.
Escrito por Rodney Torres às 17h36
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Acusado de desvio no Detran-RS muda versão e agora envolve Yeda
Lair Ferst, que coordenou campanha de tucana, diz que atual gestão reestruturou esquema de fraude
Empresário negocia com a Procuradoria implicar o primeiro escalão do governo em troca da retirada de parte de acusação contra ele
ANA FLOR ENVIADA ESPECIAL A PORTO ALEGRE
GRACILIANO ROCHA DA AGÊNCIA FOLHA, EM PORTO ALEGRE O empresário Lair Ferst, acusado de ser um dos pivôs do desvio de R$ 44 milhões do Detran-RS, envolveu ontem pela primeira vez a governadora Yeda Crusius (PSDB) na fraude. Uma semana depois de se desfiliar do PSDB, Ferst -que ajudou a coordenar a campanha de Yeda em 2006- afirmou em entrevista exclusiva à Folha que foi uma decisão da cúpula do governo reestruturar o esquema de desvio. O empresário negocia com o Ministério Público Federal e com a Justiça implicar cerca de dez nomes de integrantes e ex-integrantes do primeiro escalão do governo gaúcho, além de pessoas com foro privilegiado, em troca da retirada de parte das acusações contra ele. Ferst é réu em ação criminal com outras 39 pessoas. Ele responde, entre outras acusações, por corrupção ativa e extorsão. A Folha apurou que essa é a segunda tentativa dele de fazer um acordo. A primeira foi vetada pela Justiça em abril. As novas informações que Ferst promete acrescentar se referem à chamada "fase dois" da fraude -quando o Detran substituiu, em maio de 2007, a Fatec pela Fundae, ambas fundações ligadas à Universidade de Santa Maria. As investigações apontam que a troca ocorreu para retirar as empresas da família Ferst do esquema e beneficiar empresas ligadas a integrantes do aliado PP. Mesmo assim, até então, o empresário havia assumido posição de defesa da governadora -negando inclusive qualquer proximidade com a tucana. "Procurei não potencializar essa relação em razão do clima quente do debate político que se travou na CPI [da Assembléia Legislativa], eu não achava que era conveniente servir de munição para a oposição." Agora, Ferst afirma que era amigo da governadora e que foi recebido mais de uma vez por Yeda depois da posse. Segundo ele, a reestruturação da fraude, com a troca de fundações, foi decisão política do governo. "É público e notório que houve o envolvimento da governadora nesse processo", disse ele. O empresário afirma que as informações que prestará ao MPF irão envolver pessoas próximas a Yeda. A crise já derrubou cinco integrantes do primeiro escalão, alguns deles citados por réus em grampos realizados pela Polícia Federal na Operação Rodin. A reavaliação de sua estratégia de defesa ocorreu após o cancelamento do depoimento que prestaria à Justiça Federal no dia 20. Aprovada este ano, a lei 11.689 altera o curso do processo criminal, deixando para a última fase os depoimentos dos réus. Além da razão processual, Ferst mostra-se magoado com o "abandono" de tucanos. Na semana passada, Ferst foi impedido pela PF de sacar R$ 200 mil em agências bancárias de Porto Alegre. Ele diz que o dinheiro é lícito e que vai acionar judicialmente a PF pelos abusos que afirma ter sofrido. Frases
"É público e notório que houve o envolvimento da governadora [Yeda Crusius] nesse processo [de reestruturação do esquema de desvio do Detran]" LAIR FERST empresário de RS acusado de ser um dos pivôs da fraude "Eu poderia ter tido um pouco mais de consideração [no partido]. Depois da operação, eu fui praticamente descartado. Se todos me isolaram, que razão eu teria para continuar no partido?" LAIR FERST entrevista
"É notório o envolvimento da governadora" DA ENVIADA ESPECIAL A PORTO ALEGRE DA AGÊNCIA FOLHA, EM PORTO ALEGRE
Leia abaixo os principais trechos da entrevista em que o empresário Lair Ferst envolve governadora Yeda Crusius (PSDB) em fraude:
FOLHA - A troca de fundações foi fruto de decisão do governo? LAIR FERST - Não seria possível essa mudança sem orientação política de governo, sem respaldo político.
FOLHA - Do alto escalão? FERST - Do governo como um todo, na sua plenitude.
FOLHA - Da governadora? FERST - Na CPI do Detran, o próprio [ex-] presidente do Detran, Flávio Vaz Netto, disse que teve reuniões tratando deste assunto [com Yeda]. Ela se reuniu também com sindicatos de examinadores. É público e notório que houve o envolvimento da governadora neste processo. [...] Aparecerão nomes que não foram nem citados no inquérito. Há vários personagens que não foram citados que poderão a ter sua participação esclarecida.
FOLHA - Quem são? FERST - Não posso antecipar nomes nem conteúdos. Essas conversações se obrigam ao sigilo. Esse tipo de acordo [com o Ministério Público] só tem razão de ser para esclarecer pontos que a investigação não conseguiu.
FOLHA - Qual é a sua relação com o governo? FERST - Tenho amizade com a maioria dos integrantes do governo, mas isso não quer dizer que tenha qualquer vínculo com o governo. Uma relação de amizade que vem da campanha eleitoral. Depois da posse, me afastei bastante deste grupo e fui cuidar da minha vida. Até o dia da posse nós tínhamos um relacionamento muito intenso por conta da campanha.
FOLHA - E com a governadora? FERST - Inclusive com a governadora. Depois da posse, eu tive alguns encontros, algumas conversas com ela. Foram conversas sobre assuntos de amizade, não houve tratativas de cargos ou participação no governo.
FOLHA - Por que o sr. não falou isso antes? FERST - Eu procurei não potencializar essa relação em função do clima quente do debate político que se travou na CPI. Havia interesse claro de atingir o governo, eu não achava que era conveniente que eu servisse de munição para a oposição.
FOLHA - Por que deixou o PSDB? FERST - Para que eu ficasse livre de citações e vinculações políticas e para deixar o partido à vontade. Nem todo partido se sente à vontade com um filiado sub judice. Minha desfiliação tira um certo peso do partido.
outro lado
Tucana nega que soubesse de esquema DA ENVIADA ESPECIAL A PORTO ALEGRE DA AGÊNCIA FOLHA, EM PORTO ALEGRE
Por meio de sua assessoria de imprensa, a governadora do Rio Grande do Sul, Yeda Crusius (PSDB), que cumpria agenda em Brasília ontem, afirmou que não tomou conhecimento da fraude do Detran antes da deflagração da Operação Rodin, da Polícia Federal, em novembro do ano passado. "Se ela tivesse tido conhecimento, teria feito o que sempre faz quando surge alguma denúncia: mandado apurar", disse o assessor Joabel Pereira, repetindo um argumento já apresentado anteriormente pela governadora quando foi questionada sobre o assunto. O governo também nega que Lair Ferst, empresário acusado de ser um dos líderes do desvio de R$ 44 milhões no Detran, tenha sido recebido pela tucana depois que ela foi empossada governadora. Pereira também negou a relação de amizade citada pelo empresário. Escalado pela tucana para falar sobre o papel de Ferst durante a campanha eleitoral de 2006, o deputado federal Cláudio Diaz (PSDB), um dos coordenadores da campanha, afirmou que o empresário não tinha participação em decisões importantes na eleição de 2006. "Desconheço qualquer papel dele na coordenação, ele raramente aparecia no comitê. Vi o Lair eventualmente em alguma ação de rua", disse o deputado tucano.
Escrito por Rodney Torres às 13h05
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TRÂNSITO
Perguntamos ao sr. Prefeito José Fogaça quando ele irá convocar os aprovados no último concurso público da EPTC para o cargo de agente de trânsito Visto que o trânsito em POA está caótico e existe um déficit muito grande de agentes nas ruas
Escrito por Rodney Torres às 12h50
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Revista Voto e Rádio Band divulgam novos números das eleições da Capital
Maria do Rosário consolida presença no segundo turno, diz pesquisa
A presença de Maria do Rosário no segundo turno das eleições de outubro está consolidada. O crescimento da candidata da Frente Popular à Prefeitura de Porto Alegre em relação ao terceiro lugar foi apontado pela pesquisa da Revista Voto, que está nas bancas e foi divulgado na manhã desta quarta-feira (6) pela Rádio Bandeirantes.
A sondagem de votos indica que, se as eleições fossem hoje, Maria do Rosário estaria no segundo turno junto com o atual gestor municipal. Quando indagados sobre sua intenção de voto, os eleitores porto-alegrenses manifestaram, espontaneamente, 10,8% de preferência pela candidata da Frente Popular e 15,8% pelo atual prefeito. Atrás de Maria do Rosário e pontuando bem abaixo vem Manuela com 5,9%. Na seqüência, Onyx Lorenzoni com 2,1%, e Luciana Genro com 2,0%.
Na pesquisa induzida, Rosário tem 22,3%. Manuela aparece dez pontos atrás, com 12,1%. O atual prefeito pontuou com 33,6%. A seguir vem Onyx Lorenzoni com 6,8% e Luciana Genro com 4,8%. O instituto Index também perguntou em qual candidato o eleitor não votaria de jeito nenhum. Fogaça é o mais rejeitado, com 17,7%. A pesquisa ouviu 1.246 eleitores entre os dias 24 e 25 de julho e tem margem de erro de 2,8%. Foi registrada no TRE 16/2008.
Escrito por Rodney Torres às 12h46
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Retornamos
Após uma longa ausência estamos de volta à ativa. Estavos inviabilizados de nos comunicar por motivo de força maior (sem acesso a internet), mas como tudo se resolve, estos aí mais uma vez para fazer os devidos esclarecimentos e informar nossos leitores. Agradecemos e pedimos deswculpas pela inatividade. Um abraço Rodney Torres
Escrito por Rodney Torres às 12h45
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